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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67493
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| Título : | Memórias Macabras: A Dança Macabra como palco da memória histórica nas Artes Visuais |
| Autor : | Cavalcante, Mayra Aparecida Ferreira |
| Palabras clave : | Morte; Dança da Morte; Dança Macabra; Memória; Artes Visuais; Artes |
| Fecha de publicación : | 17-dic-2025 |
| Citación : | CAVALCANTE, Mayra Aparecida Ferreira. Memórias Macabras: A Dança Macabra como palco da memória histórica nas Artes Visuais. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Artes Visuais Licenciatura) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025. |
| Resumen : | Este trabalho de conclusão de curso investiga como a dança macabra atua como palco da memória histórica nas artes visuais, analisando sua permanência como símbolo da finitude, da igualdade diante da morte e da crítica social em diferentes períodos. A pesquisa, de caráter qualitativo e histórico, desenvolve-se a partir de levantamento bibliográfico e análise iconográfica de pinturas em murais, gravuras e releituras contemporâneas. A fundamentação teórica inclui autores como Maurice Halbwachs, Pierre Achard, Jacques Le Goff e Juliana Schmitt, permitindo compreender a dança macabra como um dispositivo de memória coletiva que registra, transmite e reinscreve experiências sociais ligadas à morte, especialmente em contextos de crise, como pestes, guerras e transformações religiosas. O estudo reúne e analisa representações históricas icônicas, como algumas das danças do Cemitério dos Santos Inocentes em Paris, a Dança Macabra de Basel na Suíça, a Dança Macabra de Tallinn na Estônia e a série de Holbein, evidenciando seus elementos simbólicos, suas funções pedagógicas e suas relações com as tensões sociais da Baixa Idade Média e do início da Modernidade. A pesquisa também investiga como esse imaginário se reatualiza na contemporaneidade, incorporando questões políticas, sociais e existenciais do presente. A etapa final do trabalho consiste na produção de obras autorais em lápis grafite, desenvolvidas a partir da iniciação científica, que reinterpretam a dança macabra a partir de vivências pessoais e das inquietações sociais do Brasil atual. Além disso, artistas convidados produziram suas próprias versões da dança macabra, ampliando a reflexão coletiva sobre morte, memória e crítica social por meio de diferentes linguagens visuais. Os resultados demonstram que a dança macabra permanece como um símbolo atemporal, capaz de atravessar séculos e reaparecer em períodos de instabilidade, articulando memória, crítica e imaginação. Conclui-se que a integração entre teoria, análise visual e produção artística evidencia a potência da arte como mediadora das crises coletivas, das experiências individuais e da elaboração simbólica da mortalidade humana. |
| URI : | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67493 |
| Aparece en las colecciones: | (TCC) - Artes Visuais - Licenciatura |
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